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riscos_e_rabiscos

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* Énrrar é o mano? *

Cada vez mais os erros de escrita são mais frequentes. Desconhecem-se as palavras, os sons, as letras... E as abreviaturas de palavras são, em 99, 9% das vezes, de arrepiar.

 

Eu também utilizo abreviaturas standardizadas quando escrevo na net ou no telemóvel e muito por culpa de 6 anos de universidade (não chumbei, é mesmo assim!) numa altura em que não havia o o worderful world chamado internet e em que tínhamos de fazer os nossos próprios apontamentos, escrevendo tudo o que os profes diziam, até a sua respiração (era o que as minhas colegas me diziam a gozar comigo por eu conseguir apanhar tudo!).

 

 

MAS... isto não significa que dê erros ortográficos, o que para mim é inconcebível e até me arrepia. Não só por defeito profissional mas também por incredulidade pessoal!

 

Como quero que vocês também se divirtam, vou partilhar convosco um exemplo hilariante de escrita bem escrita... Have fun! 

iluminar.jpg

 

 

De Volta!

 

E pronto. Cá estou eu de volta novamente, assim, de mansinho...

 

Tenho muita coisa para contar ou desabafar - nem sei - mas é preciso tempo e organização de ideias.

 

A minha mãe está a recuperar muito lentamente, pois a anemia não a deixa ter força nenhuma. Mas aos poucos vai indo, um dia atrás do outro.

 

Eu ando muito cansada e cheia de trabalho, como devem calcular. Nem tenho tido tempo para escrever aqui nada e nem responder aos vossos comentários... Sorry!

 

Vou tentar ser um pouco mais assídua aqui no meu cantinho e nos vossos também. Mas com calma...

 

Já sabem que eu não resisto a mudar de "cara" ao blog. Farto-me depressa de ter sempre a mesma coisa. Este template foi feito tão lentamenteeee... e ainda tem umas coisinhas para acertar... Mas o que acham?

 

Afinal...

... ainda circulo por aqui!

 

 

Já todos deram pela minha ausência, pelo semi-abandono do blog e pela escrita inexistente.

Não foi deliberado. Simplesmente ando ultra-atarefada com tanta coisa para fazer. Dois colégios é dose, ainda mais se um é católico.

 

Estava mesmo a precisar de umas férias na Polinésia francesa (desde que a gripe A ainda não tenha dado o ar da sua graça por lá!), ou um mês de SPA ou mesmo uns tempinhos em casa "doente" (cof! cof!), sem fazer nada que não fosse deambular  da cama para o sofá e vice-versa.

 

Desde ontem que ando rouca com o ensaio das cantorias que vamos apresentar e hoje, para completar o panorama, tenho um braço deslocado. Bom, não está deslocado... tenho é uma dor terrível no encaixe do ombro que parece que alguém me arrancou o braço.

 

De resto, continua tudo na mesma: o mundo continua a girar - umas vezes ao contrário, é certo - o céu continua azul, e o arco-iris ainda mantém a sua palete de cores!

 

Vou tentar continuar a dizer as minhas baboseiras com mais frequência...

 

 

Problemas de Expressão

 

Tenho vontade de escrever mas sinto-me inábil para o fazer. Penso muito, reflicto bastante e observo ainda mais…

Os temas de escrita pululam como folhas ao vento.

Contudo, sempre que junto a caneta ao papel, não gosto das palavras que se desenham na brancura da folha, não gosto da sua aliança, nem do sentido que evocam.

 

As ideias parecem ter adquirido vida própria e são elas que traçam o rumo que mais lhes apetece. Não sou eu que as conduzo mas sim elas que definem qual o caminho a percorrer. E por mais caminhos que vagueiem, o ponto de chegada é sempre o mesmo: o velho cais das emoções.

 

Não me apetece retratar o velho cais, nem tampouco pincelar a sua paisagem de tons pastéis. Jazem aí pequenos seixos da minha vida que, depois de terem saltitado à superfície da água, se deixaram afundar calmamente, em repouso.

Alguns foram arrastados, sem paradeiro, pelas correntes do rio; outros permanecem indeléveis na obscuridade do fundo do rio, suportando as correntes, aperfeiçoando a sua forma com a passagem da água.

 

Agora é tempo de apreciar e usufruir o despontar daquele belo raio de sol que, timidamente, procura o seu caminho por entre a neblina ténue e fresca. Acolhê-lo como ao nascimento de uma criança e esperar que o seu calor nos abrace e ilumine o percurso.